Antes mesmo de iniciar a triagem dos candidatos, uma empresa desse porte e renome exige, de forma arcaica, a inserção de dados pessoais sensíveis — como nome completo, RG e nome materno — sem qualquer especificação clara sobre a finalidade de uso. Para concorrer a uma vaga, centenas de candidatos que sequer avançarão no processo seletivo são obrigados a fornecer informações que, além de potencialmente discriminatórias, não contribuem em nada para avaliar a capacidade técnica ou profissional do candidato. Sugiro, gratuitamente, que a empresa adeque seus processos seletivos à Lei Geral de Proteção de Dados, garantindo ao menos transparência quanto à finalidade desses dados desde o início da candidatura, já que tais informações não têm relação com a avaliação da aptidão para o cargo.